quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

ANTÔNIO SILVINO

CANGAÇO


Adolfo Meia-Noite

Em 1877, quando Antonio Silvino tinha apenas 2 anos de idade, Adolfo Meia-Noite já dominava a região como cangaceiro. Ele com seus dois irmãos Manoel e Nobelino, por uma questão de honra, tiveram que se armar contra o desafeto conhecido como padre Quaresma (apelidado de padre, não se sabe por quê) - um comissário de polícia, subdelegado naquela época. A razão dessa animosidade: uma paixão amorosa.

Adolfo era o galã da vila, disputado pelas garotas da localidade e, por inveja, o subdelegado traiçoeiramente o prendeu na localidade Varas, enviando-o à Ingazeira.

Como não havia segurança nas cadeias daquela época, é colocado em um tronco. Quinze dias se passaram sem que seus familiares soubessem, porque o mesmo se achava incomunicável. Através de um conhecido foram informados que Adolfo tinha sido fichado como ladrão de cavalo e que, se não o libertassem, ele iria morrer. A essa altura Adolfo não sabia qual a razão de estar preso, até que o tenente responsável por sua prisão lhe disse:
- Você conhece Padre Quaresma?
- Sim, disse o preso.
- Pois ele mandou um presente.
Ele respondeu:
- Nada tenho a receber de um homem que me botou aqui sem eu merecer.
Então o tenente lhe deu vinte lapadas com uma vara de espichar couro. A partir daquele momento ele ficou sabendo por quem e por que estava preso. E veio o desejo de vingança que tanto prejuízo causou a si e à família.

A partir daí a vingança prevaleceu, sendo o comissário a primeira vítima e, em conseqüencia, sua família se viu obrigada a se mudar.

Por mais de cinco anos Adolfo e seus cangaceiros dominaram o Pajeú. Não só por esse trio era formado o grupo; Oiticica - cangaceiro de destaque - que também era seu parente, tombou em combate contra os “Quicés” que moravam no sítio Tamanduá e foram testemunhas contra Adolfo, quando foi preso. Nesse combate os ‘Quicés’ perderam dois membros da família. Eram eles parentes de Praxedes José Romeu, muito valente.
Sob o comando de Praxedes cercaram a fazenda Volta e, por não encontrarem Adolfo, assassinaram o seu irmão Pacífico, que além de criança era retardado. Daí por diante o “granadeiro” falou.

Adolfo chegou a comandar dez cangaceiros. Não se registrou nenhuma Vila ou Cidade que ele não tivesse assaltado. Mas, ainda se vê no distrito de Jabitacá suas tradicionais trincheiras construídas de pedras soltas. As que mereceram mais atenção foram as da serra do Brejinho.

Sobre aos nomes dos seus cangaceiros pouco se sabe, a não ser o de “Manoel do gado”, antigo marchante; e Almeida, filho natural da serra da Colônia, assassino frio que matou um primo do sítio Extrema por uma simples rapadura.

Adolfo não estava presente e censurou essa atitude.
Era Almeida de inteira confiança do chefe. Num certo dia pediu para visitar a família e quando retornou vinha “peitado” para matar Adolfo. Mas, foi mal sucedido, ganhando a morte pela infidelidade.

Adolfo foi considerado a ovelha negra da família.


Outra versão sobre Adolfo Meia-Noite - “Era considerado um homem manso e romântico. Seu grande pecado foi a paixão que tinha pela prima, filha de um rico e poderoso fazendeiro daquelas ribeiras que, não achando ser o negro merecedor da donzela, mandou prendê-lo e açoitá-lo ao tronco colonial.

Quando foi liberado do castigo, seu pai, sabendo do ocorrido, recusou-lhe a bênção porque ele não havia lavado sua honra com o sangue do tio. Na mesma noite, Adolfo esgueirou-se para dentro da casa do tio e o matou, fugindo em seguida para o vale do Rio Pinheiro.

Como havia matado pessoa influente na região, virou foragido da justiça tendo que passar o resto de sua vida a fugir da polícia, levando consigo os irmãos Manuel e ‘Sinobileiro’.

Apesar de ter se tornado cangaceiro, Meia-Noite era tido como homem justo e pacífico. Isto ficou evidenciado num episódio em que ele e seu bando prenderam o negro Periquito, que levara consigo alguns bens do seu patrão.
O bando pressionava Periquito, querendo o dinheiro que este levava, quando Adolfo colocou-se contra aquela situação, dizendo aos companheiros:
- Vocês não vêem que se ele leva dinheiro, este não lhe pertence?
E dirigindo-se ao escravo pergunta:
- Levas dinheiro contigo?
- Sim, senhor - respondeu periquito.
- Levo 500 mil réis do Sr. Paulo Barbosa.
Ao ouvir esta resposta o bando se excita, mas o cangaceiro os repele:
- Vá embora. Se precisar de alguma quantia, irei tomá-la do seu senhor, e não de você, que não é dono, pois se eu o fizer, certamente seu amo não irá acreditar na sua estória, e irá castigá-lo."

Adolfo morreu na Paraíba, em confronto com a polícia.

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[O cangaceiro era neto do inglês Richard Breitt, traduzido logo pela gente da terra como Ricardo Brito, (embarcadiço, que chegando ao Recife, com 11 anos, no início do século XIX, internou-se pelo interior, no lugar Volta e não mais regressou. Ligou o seu destino ao de uma sertaneja, da família Siqueira Cavalcanti, conforme informações, e, segundo outras, a uma descendente do mameluco Amorim, que provinha dos índios da serra de Jabitacá. Richard Breitt depois de muitos anos foi convidado a regressar a sua terra, Londres, para receber grande fortuna, de herança que lhe pertencia. Por amor à família tudo renunciou. Chegou a ir até o porto da capital, mas lembrando os filhos, foi tirando os troços de volta já na hora da partida). Chegou à decadência devido a um dos seus netos - o temido Adolfo Rosa Meia-Noite (filho de sua filha Riqueta com Leandro) ter se tornado cangaceiro.]

Fontes consultadas:
Jabitacá - Dois documentos para a sua história (Yoni Sampaio);
No dia em que o calendário assinala mais um aniversário do ataque de Lampião a Mossoró, nunca é demais, recordar-se os lamentáveis acontecimentos, lembrando às gerações do presente, os dias tormentosos do cangaceirismo no passado.
Dizem que o Dr. Raul Fernandes, depois do sucesso alcançado com o lançamento de “A Marcha de Lampião”, partiu para uma outra caminhada no roteiro do cangaço: organizar um outro livro, baseado nas incursões de Antônio Silvino e seu bando, no nosso Estado, e assim o fez com o título de “Antônio Silvino no Rio Grande do Norte”.
Conforme se sabe, três chefes de bando armado, deixaram os seus nomes inscritos no livro do cangaço, e na mente das populações sertanejas, de maneira indelével, nesta região: Jesuíno Brilhante, Antônio Silvino e o mais famoso de todos – Lampião.
Cada um, porém, com a sua história, contada ou escrita com as características próprias e diversificadas, na maneira de agir, ditadas pelo estado temperamental de cada um e pelas condições ecológicas do meio ambiente, na época em que viveram e atuaram.sim faço: dessado.
Jesuíno Brilhante, cronologicamente o primeiro, na nossa região, não foi um celerado qualquer, salteador e sangüinário como tantos. Não. Tinha os seus homens, o seu grupo, é certo; muito mais para se defender da polícia e dos seus numerosos inimigos, do que para a prática do assalto criminoso à propriedade alheia. Não roubava. Sensível ao sofrimento dos humildes, dos injustiçados e desprotegidos da própria sorte, se fez deles protetor. Dizem que assaltou comboios do governo em época de seca, distribuindo os gêneros com os flagelados. A sua história se acha contada pelo escritor conterrâneo Raimundo Nonato em “Jesuíno Brilhante – O Cangaceiro Romântico”.
Antônio Silvino – de quem nos ocuparemos demoradamente neste comentário, em alguns aspectos – e sem que pese a prática de alguns assaltos – tinha lá as suas maneiras de agir, muito semelhantes às de Jesuíno Brilhante. De modo geral, também não assaltava. Mandava um recado, ou, pacificamente se apresentava ele próprio ao chefe da localidade ou ao fazendeiro abastado, a quem fazia o seu pedido, dizia das suas necessidades e das suas pretensões. Uma vez atendido, desaparecia, sem a ninguém molestar.
“Antônio Silvino, pernambucano, usou o rifle dezoito anos. Atravessou o Rio Grande do Norte, pacificamente” – diz o Dr. Raul Fernandes no livro que escreveu sobre Lampião. Este, ao contrário dos dois, foi a expressão máxima do cangaceiro nordestino. Implantou o terror. Foi em síntese, o crime personificado, matando pelo prazer de matar; roubando, pelo prazer de roubar.
No ano de 1901, Antônio Silvino acossado pela polícia paraibana, penetrou no Rio Grande do Norte. Foi exatamente quando se deu o chamado “Fogo da Pedreira”, na fazenda desse nome, pertencente ao Cel. Janúncio Salustiano da Nóbrega, do município de Caicó. Olavo Medeiros Filho residente em Natal, sabe como tudo aconteceu.
Ainda em 1901, há notícia de que esteve em São João do Sabugí. Dizem que, com a sua chegada, com exceção da casa do Sr. Manoel Amâncio, todas as outras da pequena povoação, foram fechadas. Na casa de Amâncio, Silvino foi pacífica e amistosamente recebido. Uma coleta de duzentos mil réis feita pelo seu hospedeiro entre as pessoas mais abastadas da terra, foi o suficiente para que o bandoleiro abandonasse a localidade “internando-se ainda mais neste Estado” – dizia o noticiário da época.
No ano de 1912, esteve em Jucurutu e Augusto Severo, atual Campo Grande. Muito embora Mossoró não tivesse no seu roteiro de visitas, os seus habitantes ficaram em polvorosa: “Uma notícia alarmante correu célere pela cidade nos dias agitados de maio de 1912. Teria sido visto no Alto da Conceição um presumível comparsa de Antônio Silvino” – é o que nos conta Lauro da Escóssia no seu livro de memórias, dizendo mais que “o comércio fechou as portas, o povo se aglomerou, enquanto as autoridades de imediato tomaram as providências cabíveis organizando a defesa da cidade. Mais tarde, tudo estaria esclarecido: Um comerciante da praça reconhecera no suposto ‘perigoso cangaceiro’, um seu freguês, também comerciante em Alexandria, que, quase pagava com a vida as canseiras da viagem” – conclui Lauro.
Vem dessa época, o fato que motivou esse relato.
Na sua visita a Augusto Severo – por sinal bem sucedida – Antônio Silvino deixou um recado para o povo de Caraúbas, dizendo que em breve iria até ali, com o mesmo propósito. O recado foi transmitido pelo Padre Pinto, então vigário de Augusto Severo, ao Bel. Alfredo Celso de Oliveira Fagundes, que ali se encontrava em trânsito.
O Dr. Alfredo, recém-investido no cargo de Juiz Distrital de Caraúbas, cioso dos seus deveres de guardião da lei, não viu com bons olhos a descabida e pretensiosa atitude do bandoleiro e ao chegar a sua terra, onde também já havia chegado o “ultimatum” de Silvino, encontrou o chefe local e demais autoridades sobressaltados e desalentados ante a perspectiva da indesejável visita.
Foi quando o juiz tomou a arrojada decisão: assumiu a responsabilidade da defesa do lugar e mandou dizer ao bandoleiro que, “podia vir, mas que seria recebido à bala” – aquela mesma resposta que Rodolfo Fernandes daria mais tarde a Lampião.
É claro que Antônio Silvino não gostou da resposta e mandou-lhe o troco com esta terrível ameaça:
“Pois diga a esse dotôzinho, que breve irei lá. Vô rasgá a sua carta de dotô, queimar a sua casa, esquartejá-lo e depois dinpindurá os seus restos nos postes dos lampiões da luz...”.
Imediatamente a população foi mobilizada. Alberto Maranhão no Governo do Estado, cientificado, mandou “um cunhete de balas (1.000 cartuchos)”. As lideranças locais e fazendeiros convocados atenderam ao chamamento do juiz e de repente 40 rifles estavam a sua disposição. Vários dias a então vila de Caraúbas esteve em pé de guerra na expectativa do ataque iminente, mas Antônio Silvino não apareceu para “rasgá a carta do dotô...”.
De tudo ficou o fato e a foto documentando para a História um acontecimento, fruto de uma época de atraso que já se vai encobrindo na curva do tempo...
Grupo de defensores de Caraúbas ao ataque de Antônio Silvino:
Francisco de Souza, Nilo de Góis, Francisco Amâncio, Elizeu Noronha, Francisco Brasilino, João Cisneiros de Góis, Firmino Gurgel, Osório Pinto, Abel Fernandes, Pedro Oliveira, Manoel Rosa, Mariano Soares, João Neiva, Samuel Mário, Nestor Fernandes, Vital Fernandes, Bento Sobrinho, Bertoldo Soares, Josué de Oliveira, Valério de Freitas, João Câmara, Manoel Darico, Elísio Fernandes, Pedro Fernandes, Joaquim Amâncio, Deodoro Gurgel, Lino Ademar, Manoel Teopompo Fernandes, Jacob Gurgel, Luiz de Oliveira, Joaquim Gurgel, Nestor de Oliveira, Dr. Alfredo Celso, Cícero Fernandes, Raimundo Costa, Manoel Arruda, José Dantas e Matias Fernandes.

Fonte: http://sbec-mossoro.blogspot.com/2008/07/antonio-silvino-no-rio-grande-do-norte.html

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

o sonho



Um dia com o amor eu ousei sonhar
E da dor alheia eu o vi brotar
Tinha a cor dos sonhos
Que ousei sonhar
Mas o deslumbramento
E o encantamento
Que fui encontrar
Tinha uma beleza que na natureza
Não pude encontrar
Nem na luz do sol
Nem no azul do mar
O brilha da lua só o fez
Brilha, como a refletir
Bem no teu olhar
E amei teus olhos
E beijei teus pés
Erras tão suave
Que temi tocar
O medo me fez
Apenas olha
Nunca pretendi a ti despertar
Por que para mim basta te amar
E nas madrugadas
Contigo sonhar
Poder em teus braços
A cada manhã poder despertar
Mesmo que não saibas
Pela eternidade irei te amar
Por que nesta vida nasci pra sonhar
E meu sonho, mas lindo
E poder te amar....

Mariliagil

A loira

A loira

A loira da minha rua
Todo dia vem passar
Em frente a minha janela
Minha vida atanazar
A Maria já não agüenta
Ver-me a loira olhar
Mas ela e tão bonita
Que vale a pana apanhar

Tem um gingado no quadril
Um rebolado no andar
Uma bunda tão perfeita
Que fico babando a olhar
A loira da minha rua
quando estar a andar
o cabelo que alumia
o sol faz ali brilhar

A loira quando me olha
Faz meu corpo estremecer
Minhas pernas ficam bambas
Minhas mãos Poe-se a tremer
Mas a loira faz de danada
Da pra mim uma piscada
Que faz algo acontecer

A loira quando sentada
Fica a coxa a mostrar
Eu tento de toda forma
Para ela não olhar
Os olhos não me obedecem
Fico de longe a olhar
E ela só de safada
Da mais uma levantada
Para a calcinha mostrar

A Maria outro dia
O cabelo foi pintar
Começou usar chanel
E a loira imitar
Fala ela que pra ver
Se eu deixo de babar
Pelo o loiro do cabelo
Que a loira ta a usar

Não dei bola a Maria
Deixei a coisa pra lá
E a Maria continuou
A essa loira imitar
As barras do seu vertido
Começou a encurta
E quando tomei cuitado
Chifre estava a levar

Hoje a loira e Maria
São amigas de profissão
Estão todas duas lindas
Ate montaram um salão
Estão vivendo suas vidas
E o besta ficou na mão

Que isso sirva de exemplo
Pra quem não presta atenção
Tem uma mulher em casa
Seu passarinho na mão
Fica olhando o do outro
Termina na solidão


E a loira da minha rua
Já nem me dá atenção
Juntamente com Maria
Viraram foi sapatão
E eu com cara de otário
Fiquei foi na solidão
E as duas só de gaiata
Inda provoca o negão.


Mariliagil

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Paz

Percorre as estradas que te esperam
Espia e recolhe em ti as aflições
Esteja para todos que rebuscam
E desejam que mores nos corações
Faça raiar a tua aura pura
Pelos lugares que te chamam no desespero
Resplandeça no amor e se faça em armadura
Enriquecendo o chão de encantos quando atua
Abraça feliz teu filho amado
E que ele chore a mágoa no teu velho peito
Mantenha assim o sonho realizado
De tantos outros que sofrem sem jeito
Oh!branca luz cristalina
És o conforto para tantas coisas
Se te procuram e não te acharam ainda
É por egoísmo que transforma as pessoas

Símbolo de todos o mais belo
Mostra a candura que espelha
Feliz de quem a possuir sincero
Porém guarde-a para não ter que perde-la
Deusa em sua magnitude
Abre os teus braços com carinho
Que se apodere de ti a juventude
E contigo possa viver sorrindo
Transmita através dos tempos
O seu modo de ser correto
Pois hoje,na correria de grandes inventos
A usam de jeito incerto
Que a sua límpida candura
Seja o meio mais adequado
Mostrado na sua formosura
Aos homens da terra como aliado
Dê um fim nessas guerras
Que trazem tantas desgraças
E assolam por entre essas terras
Destruindo sem dó tantas raças
Floresça por onde passar
Na alegria presente que se faz
Iluminando a todos onde andar
A eterna chama da paz!
Autor: Desconhecido
Mensagens de Paz.

Mensagem de Paz:
Muita paz para você!

Psiu...
Você mesmo, que está aí olhando...
Que tal uma paradinha para refletir... e refletir sobre você ...
Pensar em tudo de bom que existe aí dentro desse coração!
Saiba que você é uma pessoa maravilhosa, capaz de fazer muita coisa boa, útil e expressiva,
e que no seu coração estão guardadas coragem e confianças suficientes para realizar seus desejos.
Mas não se esqueça, de buscar em cada minuto de seus dias, motivos de alegria e esperança,
não se importando com as situações adversas que aparecem.
Você deve escolher ser feliz e tornar isso possível, com pensamentos positivos,
não perdendo nunca o entusiasmo pela vida e pelo amor, mas principalmente,
tendo a certeza de que Deus sempre abençoa quem ama e quem faz da vida um prazer.
Um dia maravilhoso com muita Paz para você!
Autor: Desconhecido

Mensagem de Paz:
A Paz que o Mundo Precisa

A violência eliminou
Destruiu crianças inocentes,
Jovens sonhadores,
Separou famílias
E só trouxe dor e revolta...
É preciso eliminar a violência
Não só das guerras,
Mas também dos Corações.
É uma cruel violência
A falta da escola,
O pobre não ter direito a moradia,
A criança não ter sobrenome,
A Saúde fazer adoecer
E o salário ser de fome...
O envio de mísseis sobre nações
E a má distribuição de renda
São diferentes formas da violência.
Quem quer promover a Paz:
Respeita o Próximo,
Luta pela Igualdade,
Perdoa ao que ofende
E age com Solidariedade...
A violência é eliminada
Quando há Justiça para todos;
Quando Deus está nos corações
E a dignidade é restaurada.
Vamos respeitar ao ser humano
E agir com o Amor Restaurador
Vamos eliminar as armas
E em cada canto plantar uma flor...
Eu quero a paz no mundo,
Mas não a paz que vem da agressão
E nem do silêncio da covardia.
Quero a paz que vem dos corações,
Que se entendem pelos laços do amor,
Que gera vida e Fraternidade,
Que une os que pensam diferente
E que nos faz sermos tratado como gente....
Trabalhando pela paz, penso que faremos um mundo melhor, com mais amor... eu e você...
Tentemos pelo menos, cada um fazendo um pouco, no final, somando-se os esforços o mundo será um lugar bem melhor para deixarmos aos nossos filhos... vamos começar...
Faça algo pela PAZ!!!
Autor: Desconhecido

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

A Bandeira do Brasil
Um pouco da história da nossa Bandeira

* Quando surgiu:
A Bandeira do Brasil foi adotada pelo decreto no 4 de 19 de novembro de 1889. Este decreto foi preparado por Benjamin Constant, membro do Governo Provisório
* Quem foram os responsáveis pela sua criação:
A idéia da nova Bandeira do Brasil deve-se ao professor Raimundo Teixeira Mendes, presidente do Apostolado Positivista do Brasil. Com ele colaboraram o Dr. Miguel Lemos e o professor Manuel Pereira Reis, catedrático de astronomia da Escola Politécnica. O desenho foi executado pelo pintor Décio Vilares.
* As cores:
As cores verde e amarelo estão associadas à casa real de Bragança, da qual fazia parte o imperador D. Pedro I, e à casa real dos Habsburg, à qual pertencia a imperatriz D. Leopoldina
* Círculo interno azul:
Corresponde a uma imagem da esfera celeste, inclinada segundo a latitude da cidade do Rio de Janeiro às 12 horas siderais (8 horas e 30 minutos) do dia 15 de novembro de 1889.
* As estrelas:
o Cada estrela representa um estado da federação
o Todas as estrelas t&êm 5 pontas
o As estrelas não têm o mesmo tamanho; elas aparecem em 5 (cinco) dimensões: de primeira, segunda, terceira, quarta e quinta grandezas. Estas dimensões não correspondem diretamente às magnitudes astronômicas mas estão relacionadas com elas. Quanto maior a magnitude da estrela maior é o seu tamanho na Bandeira.
* A faixa branca:
Embora alguns digam que esta faixa representa a eclíptica, ou o equador celeste ou o zodíaco, na verdade a faixa branca da nossa bandeira é apenas um lugar para a inscrição do lema "Ordem e Progresso". Ela não tem qualquer relação com definições astronômicas.
* O lema "Ordem e Progresso":
É atribuído ao filósofo positivista francês Augusto Comte, que tinha vários seguidores no Brasil, entre eles o professor Teixeira Mendes.
* Quando foi modificada:
o Foi modificada pela Lei no 5443 (Anexo no 1) de 28 de maio de 1968
o Foi modificada pela Lei no 5700 de 1 de setembro de 1971
o Foi modificada pela Lei no 8421 de 11 de maio de 1992

Você conhece a legislação que rege a forma e o uso da Bandeira do Brasil?
A forma e o uso das bandeiras nacionais é, em geral, regido por regras bastante severas. As suas dimensões, sua forma, suas cores, enfim toda a sua geometria, é regulamentada por alguma lei. No caso da Bandeira do Brasil, é a lei no 5700 de 1 de setembro de 1971 que "dispõe sobre a forma e a apresentação dos símbolos nacionais".
Note que esta lei fala dos "símbolos nacionais" ou seja, ela rege o uso e as formas da bandeira, hino, armas e selo nacionais.
Segundo a lei 5700, seção II, temos
SEÇÃO II - Da Bandeira Nacional
Art. 3o
§ 1o - As constelações que figuram na Bandeira Nacional correspondem ao aspecto do céu, na cidade do Rio de Janeiro, às 8 horas e 30 minutos do dia 15 de novembro de 1889 (doze horas siderais) e devem ser consideradas como vistas por um observador situado fora da esfera celeste. [Parágrafo alterado pela Lei 8421, de 11/05/1992]
§ 2o - Os novos Estados da Federação serão representados por estrelas que compõem o aspecto celeste referido no parágrafo anterior, de modo a permitir-lhes a inclusão no círculo azul da Bandeira Nacional sem afetar a disposição estética original constante do desenho proposto pelo Decreto no 4, de 19 de novembro de 1889 [Inclusão de parágrafo pela Lei 8421, de 11/05/1992]
§ 3o - Serão suprimidas da Bandeira Nacional as estrelas correspondentes aos Estados extintos, permanecendo a designada para representar o novo Estado, resultante de fusão, observado, em qualquer caso, o disposto na parte final do parágrafo anterior. [Inclusão de parágrafo pela Lei 8421, de 11/05/1992]
Explicando a Astronomia que está na nossa Bandeira
Nove constelações, com um total de 27 estrelas, estão representadas na nossa Bandeira. São elas (o seu "mouse" ajudará na identificação):

Constelação estrelas estado que representa
Cão Maior
α CMa = Sirius Mato Grosso
β CMa = Mirzam Amapá
δ CMa = Muliphem Rondônia
γ CMa = Wezen Roraima
ε CMa = Adhara Tocantins
Cão Menor
α CMi = Prócion Amazonas
Carina
α Car = Canopus Goiás
Cruzeiro do Sul
α Crux = Acrux São Paulo
β Cru = Mimosa Rio de Janeiro
γ Cru = Gacrux Bahia
δ Cru = Pálida Minas Gerais
ε Cru = Intrometida Espírito Santo
Escorpião
α Sco = Antares Piauí
β Sco = Graffias Maranhão
ε Sco = Wei Ceará
θ Sco = Sargas Alagoas
ι Sco Sergipe
χ Sco = Girtab Paraíba
λ Sco = Shaula Rio Grande do Norte
μ Sco Pernambuco
Hidra Fêmea
α Hya = Alphard Mato Grosso do Sul
γ Hya Acre
Oitante
σ Oct Distrito Federal
Triângulo Austral
α TrA = Atria Rio Grande do Sul
β TrA Santa Catarina
γ TrA Paraná
Virgem
α Vir = Spica Pará

Localizando os estados na Bandeira do Brasil

sábado, 4 de setembro de 2010

CIDADE - LAGOA NOVA



LAGOA NOVA CIDADE DA REGIÃO SERRA DE SANTANA RIO GRANDE DO NORTE - NORTDESTE, BRESIL

Fundação: 1962
Altitude: 686 m
População: 11.002 habitantes
Área Total: 137,3 km²
Dens. Demográfica: 80,13 hab/km²
CEP: 59390-000

LAGOA NOVA é um Município que tem uma vegetação verde predominando a plantação do cajueiro (um dos maiores produtores do Rio Grande do norte), mandioca, (fabricação da farinha de mandioca consumida em todo o Brasil) graviola e pinha.
Temperatura oscilante entre 14ºC a 22ºC de acordo com o período do ano, sendo o período mais frios de maio a outubro.
O turismo está chegando com muita força, sendo mais um segmento para nossa economia.Somos privilegiados pela natureza com belas paisagens e belos panoramas serranos. Aqui promovemos o verdadeiro encontro do Homem com a Natureza.

ECONOMIA
Cultivo e Exploração de uma vasta plantação de:
Caju
Mandioca
Pinha
Graviola
TURISMO – A sua mais nova atividade que está gerando emprego e renda para o município e seus habitantes.

COMÉRCIO
Supermercados bem abastecidos
Lojas de Confecções
Padarias bem equipadas
Lan House
Lachonetes
Bares
Farmácias
Feira Livre-típica das cidades do interior (atrartivo Turístico)
Salão de Beleza
Casa de Farinha

SAÚDE
Hospital (atendimento médico diariamente)
Posto de Saúde
Ambulância de Emergência
Consultório Dentário
Médico residente na cidade
ABASTECIMENTO DE ÁGUA
Somos abastecidos pela Adutora da SERRA DE SANTANA, recebendo as águas da Barragem ARMANDO RIBEIRO GONÇALVES.


EDUCAÇÃO
Escola Modelo Padrão do Estado
Escolas Municipais atendendo a Zona Urbana e Rural de todo o município
Ginásios de Esportes
Escola de Inclusão Digital
Banda de Música Municipal
Projetos Culturais de Artes Cênicas e Dança
Biblioteca Municipal
Grupo de 3ª IDADE
Coral
Grupo de Artesãos

AGENDA DE EVENTOS TRADICIONAL ANUAL DE FESTAS SOCIAIS E RELIGIOSAS
Emancipação Política - 02 de Janeiro (uma das maiores festas de emancipação política do interior do RN.)
São João
Festa do Padroeiro
SÃO FRANCISCO – de 23 de setembro a 04 de outubro